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5 de agosto de 2010Interessante, PeculiarTags: ditados, educativo Envie um comentário deliranteOlá pessoas!Cansada, muito cansada! Preciso de férias urgente (que aliás estão chegando :D)!!!Bem, dei uma olhada em alguns sites da internet e juntei essas curiosidades pra vocês, nada que ninguém não tenha visto e também não sei até onde isso é verdade, mas é bem interessante. Adoro saber a origem das coisas… kkkkk!Segue os que achei mais interessantes!Bons delírios!Lu
MOTORISTA BARBEIRO
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.TIRAR O CAVALO DA CHUVA- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.DAR COM OS BURROS N’ÁGUAA expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.GUARDAR A SETE CHAVESNo século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” pra designar algo muito bem guardado.OKA expressão inglesa “OK” (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa “0 Killed” (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo “OK”.ONDE JUDAS PERDEU AS BOTASExiste uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.PENSANDO NA MORTE DA BEZERRAA história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu. -
2 de julho de 2010PeculiarOlá pessoas!
Hoje vou falar de um assunto que debatemos numa das minhas “queridas” disciplinas de mestrado (que, por sinal, não aguento mais, quero defender logooo). Uma aluna resolveu fazer a dissertação sobre esse tal de bebê reborn (que já existe há algum tempo).
Bem, para quem não sabe, bebês reborns são aquele(a)s boneco(a)s que parecem bebês de verdade. Os cabelos, os olhos, o peso, as dobrinhas no corpo; tudo parece real, alguns até simulam batimentos cardíacos. Você pode até levar uma foto de algum bebê de verdade que os fabricantes fazem um(a) boneco(a) praticamente igual ao da foto.

Bem, até aqui você pode pensar: Tá e daí? E se eu quiser que meus filhos brinquem com bonecos que parecem reais ou se eu quiser dar um boneco desses de presente, colecionar ou guardar de recordação? Ok, sem problema, mas a questão é: pessoas estão adotando esses bebês e tratando como filhos de verdade! Sim, elas compram enxovais, fazem batizados, fazem um quarto para os tais bebês, tudo isso levando em conta que um(a) boneco(a) desse(a)s custa em torno de R$1.500,00.
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